Quer ver outro dinheiro que sumiu? A moedinha de 1 centavo. Cada uma custava 9 centavos de real para ser produzida pela Casa da Moeda. E, no final das contas, o brasileiro não dava muita importância para as pequeninas, que acabavam renegadas no fundo de alguma gaveta. Em 2004, o Banco Central decidiu parar de produzi-la, embora ela continue circulando.
Mais um caso de sumiço monetário? Em 2000, a Casa da Moeda começou a importar 250 milhões de notas de plástico de 10 reais, diretamente da Austrália. Com a efígie de Pedro Álvares Cabral, a cédula foi lançada oficialmente em 22 de abril de 2000, data que marcou os 500 anos da chegada dos portugueses ao Brasil. Ainda em 2000, no mês de novembro, o design da nota teve pequenas modificações. Seis anos após o lançamento das cédulas, em outubro de 2006, o Banco Central começou a tirar de circulação as notas de plástico. A justificativa é que elas não caíram no gosto popular (será?) e que os bancos (quem, de fato, manda no país) tinham dificuldade em adequar seus equipamento à contagem de notas de plástico.
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